terça-feira, 11 de agosto de 2015

Celebrar o dia do ADVOGADO ESCULACHADO?!?!?



--- Mensagem encaminhada ----------
De: 


  Eminentes pares!
Enviado por J.F. Rogowski

Assunto: Re: CELEBRAR DIA DO ADVOGADO ESCULACHADO?!?!?
Para: Presidência OAB-RS, Ederon Amaro Soares da Silva, Luiz Carlos Levenzon, Nereu Lima, Ruy Gessinger, Nério Letti, ...

 O emérito e atento Mestre Padilla narra fatos que vêm sendo corroborados por Advogados de outras unidades federativas manifestando preocupação com o aparelhamento ideológico e político-partidário da OAB em seus Estados.
 Essas manifestações nos chegam pelas redes sociais, foruns de debates e pelo GRUPO ADVOGADOS DO BRASIL do qual sou co-fundador, começamos em Porto Alegre com dez colegas sob a coordenação da Dra Carmen Pio e atualmente somos 25 mil pelo Brasil.
 A grande OAB, sentinela da democracia, combatente pela liberdade durante a ditadura militar, hoje vem se alinhando paulatinamente ao establishment  e se omitindo quanto às grandes lutas do povo brasileiro hodiernamente.
 O dinheiro do contribuinte sendo canalizado para fora do país, desviado para localidades na América do Sul e África, mas não se investe em saúde pública, segurança, educação, infra estrutura, crianças, mulheres e idosos, caindo como moscas nas filas do SUS, nas mãos impiedosas de bandidos e em acidentes nas estradas esburacadas e não se observa um protesto vigoroso e contundente da OAB nacional contra tais calamidades. 
 Graças a Deus a OAB do Rio Grande do Sul está resistindo a esse aparelhamento, até quando terá forças para resistir não se sabe!
 O Professor Padilla citou o meu colega Teólogo ​Julio Meinvielle, de fato trata-se de um autorizadíssimo Teólogo, fidelíssimo à causa da Cristandade. Esclarecido, metódico e corajoso, deixou mais vinte livros e não menos de cem artigos publicados.
 Além de teórico de elevada erudição também foi um homem pragmático, sacerdote na Argentina onde se notabilizou por seu trabalho pastoral e sua solidariedade e compaixão com o sofrimento do povo, criador de espaços culturais, educador, dedicado ao bem comum, sua meta era ajudar as pessoas a se tornarem melhores a cada dia. Foi atacado, caluniado e perseguido por suas posições corajosas contra às injustiças e contra o materialismo histórico e dialético de Marx e Engels.
  A meu ver a Ciência do Direito já não pode mais dar as respostas que buscamos, para melhor compreender o momento de caos civilizatório que atravessamos, temos que buscar as respostas na Teologia, Filosofia, Antropologia, etc.
 Não queremos e não aceitaremos OAB chapa branca no Rio Grande do Sul, daqui deverá germinar um grande movimento nacional de mobilização das bases da advocacia brasileira com um projeto capaz de reintroduzir a OAB nacional nos trilhos da liberdade e da democracia.
 Fraternal abraço a todos!
​​
João-Francisco Rogowski


Em 14 de agosto de 2014 23:39, Prof.PADilla Sports Law UFRGS escreveu:

Prezados Colega
Tocaram-me profundamente as palavras do Dr. Rogowski, abaixo:
 "Comemorar o quê, cara pálida?"

Constato, sem uma deliberação consciente, a mesma atitude. Celebrar a catarse do desmanche institucional?

Acabei de revisar o livro "Psicopolítica - Tecnica del Lavado de Cerebro" [Psicopolítica - Técnica da Lavagem Cerebral] (GOFF, Keneth. Buenos Aires: Editorial Nuevo Orden, 1966; 122 p).

O autor, um ex-militante, largou o Partido Comunista ao contatar com Psicopolítica: técnicas e subterfúgios ensinados durante o doutrinamento para, literalmente, manipular-domesticar o ser humano!

O livro é um apanhado das técnicas ensinadas pelo ParTido em um manual de psicoPolíTica - ao qual o autor e mais outro, Charles Stickley, tiveram acesso na década de 50 - visando a imbecilização e domesticação dos humanos que, privados da arte de pensar e imbuídos de concepções prontas e fabricadas pelo marxismo, funcionariam como verdadeiras marionetes, repetindo em uma aceitação tácita tudo quanto lhes fosse passado pelos dissimulados comunas, inimigos da liberdade e da ordem. 

Obviamente o desmanche institucional da advocacia é um dos pilares desses crápulas!

Uma vista rápida no índice mostra a profundidade da obra revelando, por exemplo, como o marxismo quer constituir o homem como um organismo meramente econômico (Capítulo II), desvinculado de qualquer objetivo maior, qual seja, o desenvolvimento intelectual, moral e espiritual; quais são os objetivos estatais para o indivíduo e para as massas (Capítulo IV), envolvendo desde a sua domesticação até a instauração da desordem; como o marxismo busca provocar a degradação do homem (Capítulo VIII); como a Psicopolítica e a lavagem cerebral das massas influem na difusão do comunismo (Capítulo XI); como o marxismo se usa de "idiotas úteis", os psicopatetas, para a difusão de suas estultices (Capítulo XIII); como a destruição dos grupos religiosos e o estímulo ao ateísmo constituem parte essencial da abordagem e difusão do marxismo (Capítulo XIV); entre outros...

No prefácio, o sacerdote argentino Pe.
​​
Julio Meinvielle, teólogo de notável erudição e aguerrida oposição às tendências descristianizantes "modernas", traça os contornos principais da manipulação promovida pelos revolucionários em prol da imbecilização do homem; começa pela constatação da intenção do comunismo ser criar um homem novo, puramente material, com os olhos no chão, o coração na terra e completamente desvinculado de qualquer pretensão para a vida, um propósito, Deus ou sobre si mesmo, tornando a vida em algo sem sentido:

"... intenta la creación de un hombre 'nuevo', totalmente nuevo, y diferente de aquel que ha conocido la tradición humana e cristiana de los pueblos. En esa tradición, como he tenido ocasión de exponerlo en recientes obras, el hombre trabaja para disponer de riquezas que le aseguren el vivir; vive para conseguir un alto enriquecimiento cultural de la vida del pensamiento; piensa, en fin, para acercarse a Dios que es su Principio y Fin. El hombre en definitiva está hecho para contemplar a Dios. Podrá, es cierto, ocuparse de otras muchas actividades pero sólo en la medida en que le dispongan y preparen para esta su tarea esencial, que es lo único para lo que ha sido creado. El comunismo, en cambio, al suprimir a Dios del horizonte del hombre, sostiene que éste no es sino una herramienta de trabajo, útil en la gran fábrica en que se transforma toda ciudad de hombres" (MEINVIELLE, Julio. La Psicopolítica, Ciencia y Arte Fundamental del Comunismo; in: GOFF, Kenneth.Psicopolítica - Tecnica del Lavado del Cerebro. Buenos Aires: Editorial Nuevo Orden, 1966, p.9).

Importante constatação de Meinvielle, do querer criar um homem "novo": novo para os parâmetros da civilização, constituída sobre a sobriedade do Direito Romano e alicerçada nos mais altos valores e virtudes cristãs. Por isso, quando o marxismo chegou ao Ocidente, deparou-se com uma realidade distinta e oposta aos seus propósitos, uma realidade obstando o seu domínio político: algo de diferente na população ocidental prevalentemente católica, havia algo de incondizente com o marxismo naquelas leis inspiradas no Direito Romano e buriladas pelo pensamento de São Tomás de Aquino. O marxismo não podia - em seu sistema burro, frágil e cheio de estruturas podres - com essa fortaleza, personificada no Papado e na Igreja Católica.

Daí a constatação de, para imbecilizar, ser preciso antes mudar toda a mentalidade ocidental para então modificar suas estruturas - exatamente o oposto do que previra Marx em seus trabalhos: mudar estruturas para impor pensamentos. Essa é a tese do marxismo cultural, forjado nas entranhas de mentes maldosas como Gramsci e Marcuse, e operacionalizadas, na Oab, quando abortaram a praticamente certa eleição de Ederon Amaro, o qual havia presidido a Caixa de Assistência dos Advogados RS com o mesmo sucesso com o qual saneou o Creci, presidiu a Agademi, Rotary, entre outras entidades...

Um esperto, inscrito na OAB, nem sei se podemos chamá-lo de advogado pois só sei de sua atuação politico-partidária, aproveitou justamente essa certeza da eleição de Ederon para construir uma artificial coalizão entre o emérito e exemplar advogado Luiz Carlos Levenzon e o também militante Valmir Marques Batista (estou sem o email dele aqui, alguém pode fazer o favor de retransmitir-lhe?) ex-secretário geral na gestão Nereu Lima. O pretexto era a sua própria candidatura a frente de um grupo de advogados assumidamente partidários. 

Pois essa mistura hererogênea capturou mais votos e venceu. Contudo, na Ordem, a coligação artificial dissoveu-se, rapidamente porque o espertinho tratou de jogar uns contra os outros a fim do espaço ficar livre à ParTidarização buscando desvincular a Ordem de qualquer desenvolvimento moral e espiritual por meio da exclusão de Deus e da inteligência, pretende transformar o homem em "uma ferramenta de trabalho, útil na grande fábrica em que se transforma toda a cidade de homens".

A domesticação do ser humano envolve, constata Meinvielle, uma compreensão de mundo completamente distinta: um mundo compreendido segundo a dialético hegeliano-marxista, onde não há cooperação e bem comum, apenas "luta de classes".

"Todo ha de convertirse en Guerra Revolucionaria contra el hombre. Guerra Revolucionaria por la conquista del poder en un pueblo y luego, ya en el poder, Guerra revolucionaria para convertir al hombre en un mero esclavo de la nueva sociedad revolucionaria" (idem, p.10).

Para esta Guerra Revolucionaria obter resultados é preciso a desordenação dos valores fundamentais à nossa sociedade, mudando, segundo o programa do marxismo cultural, a mentalidade humana para depois mudar as estruturas; daí o uso indispensável pelos comunismo da lavagem cerebral, da Psicopolítica, definida pelo Padre Meinvielle como a arte fundamental do comunismo:

"Pero para que la Guerra Revolucionaria sea realmente eficaz no debe actuar desde fuera del hombre sino en el hombre mismo y en su totalidad, alcanzando no sólo al cuerpo, sino tambén al alma. De aquí que el comunismo preste cada vez mayor atención a la ciencia de la Psicopolítica o ciencia del lavado del cerebro" (p.10).

A Psicopolítica utilizada para a lavagem cerebral visa essencialmente a domesticação do ser humano: imbeciliza-se-o, faz-se dele nada além de um receptor passivo de idiotices revolucionárias (seja com relação à política, aos costumes ou à religião) convencendo-o de serem idéias suas, e não fabricadas, como o são, pelos revolucionários; e assim os humanos, tratados como bestas animalescas, domesticadas nas mãos de experts psicopolíticos, se tornam robôs, militantes da causa revolucionária anticristã no mundo, mesmo sem o saberem, no mais das vezes.

"[La Psicopolítica] es, con toda verdad, la ciencia de la domesticación de los pueblos. Una nueva especie de ciencias arquitectónicas que, echando mano de todas las conclusiones de las otras ciencias humanas, en especial de la Psicologia y Sociolagía, trabaja en la elaboración de un nuevo tipo de hombre domesticado. [...] El lector ha de advertir prontamente que ele grandioso progreso operado por las ciencias fisio-psicológicas y psiquátricas de los últimos cincuenta años ha sido puesta al servicio de esta praxis de transformación de la psiquis humana. Una praxis podríamos decir diabólica de transformación del hombre. [...] Por la práctica de la Psicopolítica pueblos enteros se convierten en laboratorios donde individuos o grupos más o menos grandes de individuos son sometidos con diferentes técnicas a un tratamiento de domesticación, como se fueran vulgares bestias, de las que no se trata sino de lograr el mayor rendimiento con el menor esfuerzo. De esta suerte, ciencias nobilísimas como la política y la economía que hasta aqí eran consideradas como ciencias de valor humano, se convierten en técnicas de domesticación colectiva que no rebasan la esfera de la fisiología animal. ele hombre no es sino un ser, movido por diversos instintos, cuya manipulación puramente fisiológica ha de resolver en manos de expertos psicopolíticos, los grandes problemas de la condución de los pueblos" (p.10-12).

O petismo cultural está à todo vapor. Os governos Lula-Dilma-Tarso fazem uso largo da Psicopolítica e da lavagem cerebral, especialmente no que se refere a fazer derrocar os valores. O ativismo gay abertamente declarado do Governo Federal, o seu abortismo mais que explícito, seu ódio à Família - base da desculpa da "sociedade", a ridicularização do Cristianismo, com a conivência de amplos setores da CNBB imbuídos da Teologia da Libertação); tudo isto é o uso da "lavagem cerebral" da Psicopolítica.

A imbecilização da população brasileira - cujo caminho para a consecução foi longo e, dizem, remontar à Era Vargas - serve hoje, ao Governo, para a manipulação humana, para a "domesticação" dos brasileiros e seu tratamento como meros animais conduzidos, não por uma coleira no pescoço, mas marionetes de correntes invisíveis, virtuais, usando falsas crenças e valores invertidos, reduzindo-o a robôs obedientes às intenções mais sórdidas dos psicoPaTas-politicorruptos.

A destruição da Família, célula-mãe da sociedade, destruição claramente prenunciada na luta governista pelo aborto e em prol do ativismo gay, intenta desvirtuar a ordem moral e social bastante sólida da nação brasileira. Muito pior do que assassinar o feto, o aborto é um suicídio psíquico da mãe que, ao praticar esse ato, viola seu mais forte sentimento, instaurando, em cada, a Revolução Antihumana!

Prova cabal do emburrecimento do brasileiro - ao lado da aceitação tácita das premissas governistas violadoras da família, da moral e da ordem - está na grande e preponderante - senão única - importância que tem dado o brasileiro ultimamente ao "milagre econômico lulista", esquecendo que, se ocorre tal milagre - assentado em iniciativas de governos passados -, ocorre, concomitantemente, uma guerra declarada à Família brasileira e ao homem brasileiro, que é tratado como animal domesticável, mero imbecil manipulável.

O brasileiro precisa acordar, não se deixar mais enganar pelos subterfúgios de lavagem cerebral dos psicoPaTas. Ao lado de todo o discurso milagreiro-econômico - como o indispensável "nunca antes na história desse país" - está um cipoal de mentiras da lavagem cerebral domesticadora e imbecilizadora, cujo objetivo é a manipulação humana, a derrocada dos valores fundamentais de qualquer nação, a destruição da Família, base e alicerce da sociedade, e a instauração do autoritarismo.

Quem quiser ser imbecil - para estar conforme o desejo do Governo -, que o seja, mas sabendo ser escolha da escravização e destruição sua e de toda a sociedade.

Por isso o Brasil tornou-se o pais mais violento do mundo; o campeão mundial de assassinatos, sabias?

​Enquanto isso, na fronteira, a 400 km de Porto Alegre, com cultura gaúcha, o Uruguai tem o melhor índice de paz da América Latina.

Por que tanta disparidade?

Porque o governo e a mídia brasileiros querem uma escravidão disfarçada! Toda a riqueza gerada pelo nosso trabalho desaparece: uma teratológica teia de impostos, juros, multas, taxas e preços altos disfarçados em um consumismo insano extorquem todo o resultado do nosso esforço sem nenhuma contraprestação: https://www.facebook.com/photo.php?v=10151060553588823


 O medo oblitera a mente, impede pensar com lucidez e facilita a manipulação midiática: http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento/

 Medo e a acultura da superficialidade implantaram a maior corrupção da história humana!



 A ditadura disfarça-se em transportes públicos caros e ineficazes; induzem o uso diário de carro transformando-nos em escravos. Os congestionamentos seriam evitáveis, contudo, são programados para dificultar o dar-se conta e se rebelar contra a escravidão dissimulada: furtam-nos tempo e energia e irritam, impedindo a lucidez no pensamento: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/07/transportes-mais-caros-do-mundo.html?m=1

 Os engarrafamentos colaboram para a acultura do medo: em 10 anos, aumentaram 40% as mortes no trânsito: http://portoimagem.wordpress.com/2014/05/31/mortes-no-transito-brasileiro-aumentam-40-em-dez-anos-mas-por-quais-razoes/
 No Rio e São Paulo, os congestionamentos custaram mais de R$ 98 bilhões por perda de produtividade: 2% do PIB nacional, Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país em 2013 (estimativa pelo custo da produção perdida e o valor da hora de trabalho da população economicamente ativa, e no gasto extra do combustível de 30% a 40% da Firjan, Federação das Indústrias do Rio em 28/7) http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/07/1492343-congestionamento-em-sp-e-rio-custaram-r-984-bi-em-2013-diz-firjan.shtml?cmpid=%22facefolha%22


 A dantesta política dissimulada resultou, apenas nos últimos 2 anos, o Brasil pular do 20º para o 12º mais violento do mundo nos dados oficiais do UNODC-ONU e Datasus do Ministério da Saúde: 52.260 homicídios, 27,3 mortes para cada 100 mil habitantes, em 2010; cresceu 7,8%, 29 assassinados para cada 100 mil habitantes em 2012.

 Em números absolutos, o Brasil é hexa-campeão mundial com 56.337 assassinatos anuais: uma goleada na Índia (43.355), Nigéria (33.817), México (26.037) etc.

 Mais de 10% dos assassinatos de todo o planeta!

 Em onze anos (2002-2012) foram assassinadas, no Brasil,  555.884 pessoas, mais 50 mil por ano!

 Há mais assassinatos aqui do que na Palestina, no Afeganistão, Síria e no Iraque juntos; mais aqui do que em toda a América do Norte, Europa, Japão e Oceania! A guerra do Vietnã matou 50.000 norteamericanos em 7 anos. No Brasil, essa quantidade é assassinada em apenas um ano.

 Tudo baseado em dados governamentais. Contudo, ONGs, como o Ipea, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, estimam mais de 63.000 assassinatos anuais.

 Luiz Flávio Gomes, presidente do Instituto Avante Brasil, aponta o subterfúgio do governo ao "maquiar a realidade" dos assassinatos aumentando a quantidade de mortes classificadas como "causa indeterminada" (Espaço Vital e Carta Capital 25/6/2014).
 Até mesmo policiais são assassinados, centenas anualmente!
 Portanto, a violência é muito maior do que a estatística oficial: em 3 meses, ocorreram 20 casos de linchamentos de repercussão nacional. A sociedade reage à ineficácia da Justiça. Contudo, esses 20 casos de repercussão são apenas a ponta do iceberg. Linchamentos não são considerados uma classe de delito penal e não há estatísticas de sua incidência; apenas os de maior repercussão se tornam conhecidos. As ONGs estimam, no Brasil, mais de um linchamento ou tentativa por dia, o dobro de três anos atrás! O sociólogo José de Souza Martins aponta o Brasil como o país onde mais acontecem atos de espancamentos coletivos no mundo.

 No RS, foram 29 assassinatos no feriado de carnaval 2014. A cada 70 minutos, 24 horas por dia, 7 dias por semana, uma loja gaúcha é assaltada; a Associação Gaúcha do Varejo reclama da insegurança pública no Estado e muitos dos crimes sequer são registrados pelas vítimas porque acreditam ser uma inútil tempo: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/policia/noticia/2014/03/rio-grande-do-sul-registra-29-homicidios-em-cinco-dias-do-feriadao-de-carnaval-4436324.html


 Todo brasileiro conheceu alguém assassinado; apenas 1% dos casos resultam em prisão e destes, não chegam a cumprir 1/6 da pena, beneficiado por vantagens; rebeliões com dezenas de mortos, pessoas decapitadas, esquartejadas são frequentes.

 Todos precisamos levar uma pequena quantidade de dinheiro para caso de um assalto pois, se não tivermos espécie, provavelmente seremos assassinados!

 Caixas eletrônicos não funcionam após certa hora devido aos assaltos. Ao invés de melhorar a segurança, proibiram as pessoas decentes de retirar dinheiro a noite. Contudo, o "sequestro relâmpago", quando a pessoa é obrigada a ir até um caixa eletrônico sacar dinheiro, só existente no Brasil e continua sendo praticado em plena luz do dia. 

 Para assaltar, fazem falsas blitz e arrastões, nas praias e em vias expressas.

A criminologia estuda todos esses números e avança para a autonomia absoluta frente ao direito penal nos conceitos legais e normas (profunda alteração epistemológica "dar autonomia à criminologia, frente ao direito penal dos nossos ordenamentos assim como diante dos filtros seletivos formulados por ele mesmo" Ferrajoli: 2014/1: 83 e ss.). O penalista tem visão normativista e não percebe o cipoal de homicídios no Brasil ser uma fatia do genocídio massivo de responsabilidade direta do Estado o qual mata ou induz a morte por intermédio dos seus agentes.


"A criminologia deve ler e estigmatizar como crimes – crimes de massa contra a humanidade [destacando-se, dentre eles, o genocídio estatal] as agressões aos direitos humanos e aos bens comuns realizados pelos Estados e pelos mercados" (Ferrajoli 2014/1: 84).



A "acultura de superficialidade consumista" ajudou, até agora, a esconder essa fubangagem, a ditadura da ineptocracia corrupta: a maior corrupção da história humana por uma minoria manipuladora sem escrúpulos apoiada por uma maioria de omissos-tolos:  



 A ilusão do consumismo desenfreado entorpece. Criada em parceria da mídia hipócrita e o partido de exploração dos trabalhadores, atua no plano das crenças e dos valores: utilizam técnicas subliminares para semear falsas ideias e inverter os valores. Aviltam a cultura e vilipendiam todo aquele que a fomenta, dos professores aos advogados. Jogam os decentes uns contra os outros para os anular. Atacam os policiais e defendem a bandidagem para aumentar a insegurança; querem o medo dominando as mentes e obliterando o pensamento para alavancar essa acultura de superficialidade. Ambientam uma ditadura e escravidão disfarçada em impostos excessivos, consumo e endividamento. 




Não se iluda: até os aparentes momentos de lucidez da programação da Rede Bobo são PLANEJADOS para disfarçar a manipulação permanente: Rede Globo é pura manipulação, até quando parece não ser!!! 

manipulação escancara-se a partir da eleição de Collor e vem até hoje! Confira os dados:  http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2006/05/idolatria-midia-manipula-cria-falsos.html?m=1





 A maioria da população não aufere vantagens dos psicoPaTas, está insatisfeita com a roubalheira governamental a qual é, muito provavelmente, muito maior e pior do que aparece! Contudo, os dissimulados são especialistas em esconder as maldades que praticam e em jogar a culpa nos outros.  

Apoiados pelos psicoPaTetas, querem roubar ainda mais!

No desmanche institucional, a destruição da segurança jurídica foi peça chave: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/07/acultura-superficialidade-encenacao.html?m=1





Assim, chegamos nesse turbilhão de corrupção, impunidade e desmanche institucional.



Vamos parar de olhar a sociedade ser destruída e fazer algo?










________ original message:

Interessante, ontem a tarde numa cafeteria, em uma mesa ao lado, ouvia algumas senhoras, conversando sobre os tempos do antigo Egito, não sei se eram advogadas ou evangélicas, diziam elas, que naquela época, não haviam leis, era "a era do ferro talhão" , "do dente por dente olho por olho", e que os costumes eram assim por que as pessoas, ainda muito primitivas, não detinham o pleno entendimento sobre o certo e o errado, e que se fez necessário reproduzir algumas leis, e foi assim que Moisés com ajuda de Deus, e um raio que veio dos céus, esculpiu em pedra os dez mandamentos, que se constituíram num modelo de código penal ou de regramento para a civilização da época.

Continuavam elas, dizendo que com o passar dos tempos, os índices de criminalidade foram diminuindo, já não havia mais a necessidade de decepar as mãos, membros, e ou as cabeças daqueles que infringiam contra o próximo, e que como tal, as leis foram mudando, tornando-se mais brandas e com espaços para atenuar eventuais desvios de conduta da humanidade, já que as pessoas já dominavam o instinto do certo e o errado, assim os legisladores de então, redigiram novos regramentos para que os sumo sacerdotes encarregados de julgar todos os tipos de conflitos sociais, pudessem assegurar amplos direitos de defesa e exercer o contraditório, mas para isso necessitavam criar representantes devidamente credenciados a exercer a intermediação dos interesses, surgia ai, segundo elas, a figura do advogado, mas não parou por ai, com o tempo ampliou-se as leis, e mais leis, código disso, código daquilo, que se tornaram cada vez mais flexíveis nas mais diversas formas de interpretações, neste contexto todo, ainda segundo comentavam as nobres senhoras, entre uma xícara e outra do pretinho, o sistema ficou caótico, exageradamente burocrático, grandes prateleiras, gavetas, papeis de todo o tipo, e que devido a tudo que precedeu a edição da tábua dos dez mandamentos, os povos estariam perdendo a credibilidade nos sistemas humanos de prover justiça, e como Deus, só age no juízo final, e não se sabe quando (?), talvez corrêssemos o risco de um dia voltar a época que antecedeu ao grande Moisés; eu confesso que apesar de parecer mal educado, por ficar escutando as conversas alheias, e meter o bico naquilo que não me é muito familiar por formação, não sou historiador, nem advogado, muito menos exerço nenhum sacerdócio religioso, pelo menos ainda não fui convidado, achei, ser oportuno como curioso em todos os assuntos, interessante para transcrever,  mas na hora que digito, fico me perguntando em qual das dez leis da famosa tábua, eu estaria infringindo ao sagrado código (?)
Abração - Élvio Loureiro


Em quinta-feira, 14 de agosto de 2014, ROGOWSKI, João-Francisco <j.f.rogowski@gmail.com> escreveu:
Este ano me recusei a participar de qualquer comemoração alusiva ao Dia do Advogado, comemorar o quê? Só se for o halloween!
Os magistrados viraram meros carimbadores das decisões dos assessores e estagiários alicerçadas em modelões previamente redigidos e os advogados se tornaram meros despachantes de papeis.
Isso é tão somente uma cena dentro do grande teatro apocalíptico que nos promete uma nova terra e um novo tempo de bem-aventuranças, antes, porém, adverte-nos das dores do parto e nos fala que o velho deve morrer para o novo nascer, nos mostra uma velha terra moribunda, anuncia a decadência da atual civilização, um processo que poderá levar a extinção da humanidade, talvez, não como um todo, mas como nós a conhecemos, pois, Cristo nos prometeu novas moradas e novos corpos insuscetíveis de doenças e morte (FILIPENSES 3:20-21), talvez, uma nova espécie humanoide, cyborg, androide, surgirá e com avançada tecnologia e restaurará o equilíbrio planetário por nós destruído, ou, talvez, encontremos outros planetas habitáveis ou através de um processo de terra formação possamos colonizar outros mundos aonde os seres humanos reflorescerão e serão chamados Adão e Eva outra vez. Mas que ainda vai piorar muito antes de melhorar, isso vai!
-- 
João-Francisco Rogowski



Em 11 de agosto de 2014 12:47, Ruy Gessinger  ruy@gessinger.com.brescreveu:

ruy gessinger

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

SER ADVOGADO NÃO É FÁCIL

No dia em que se homenageiam os advogados  vou ficar longe dos encômios e de maiores perquirições só para contar um " sucedido" quando eu era juiz de direito no interior.
Preciso, antes, repetir que eu era advogado ( OAB 5275)quando me submeti ao concurso.
Muito bem. Já exercendo a magistratura, sempre mantinha as portas do gabinete abertas e não tinha receio de receber os colegas advogados. Nunca me incomodei por isso.
Certo dia o oficial de justiça adentrou meu gabinete e me disse que um professor catedrático, doutor emérito, famosíssimo por seus   trabalhos acadêmicos,  estava distribuindo uma inicial e queria me cumprimentar. Eu tinha sido seu aluno e não me constava que ele advogasse.
Recebi-o com alegria. Ele era tão estudioso que, mesmo não sendo descendente de alemães, lia os autores germânicos em alemão mesmo.
- e daí, colendo mestre! que bom revê-lo! o que o traz aqui?
Ele me mostrou uma petição inicial que trazia, no alto,  num negrito bem ornado, o nome de seu escritório.
-deixe-me ver, professor.
Deixei as citações doutrinárias e jurisprudenciais para lá e procurei ver se estavam todos os requisitos da inicial.
Faltavam o valor da causa e o pedido de citação dos réus.
- professor! Acho que lá no seu escritório a datilógrafa esqueceu de dois requisitos. Mas não vou fazer o senhor voltar a P. Alegre. Eu lhe empresto minha máquina de escrever e o senhor só  refaz a última folha. Sente aqui.
Saí da sala e quando voltei, uns 15 minutos depois, ele continuava  imóvel ante a máquina.
- professor, péra aí que eu faço pro senhor.
Sentei-me, refiz a última folha, coloquei o valor da causa e requeri a citação dos réus.
- assine aqui, professor.
Até hoje não sei se ele não sabia datilografar ou se esquecera das formalidades do CPC, o que de maneira alguma tisnava minha admiração por sua sabedoria.
Mas ser catedrático é uma coisa, ser advogado, é outra. Claro que as duas condições podem coexistir.
Terei agido errado?
Caso sim, qualquer deslize meu  tem sua pena prescrita.





Como os desumanos dominaram até agora?

 O que fazer para a Humanidade retomar o controle planetário? 


  A luta humana contra a desinformação psicopata:

 A Hipnose em Massa:



 A origem de todo o mal:


As mentiras para entorpecer: 




Outros tópicos da teia de paradoxos
e do combate à desinformação:




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